A gente não pensa, faz. As mensagens nos chegam como ordens e somos sim, com toda a certeza, teleguiados. Você pensa que pensa, mas não pensa. Por mais que você se esforce, tem horas, muitas horas em que você não pensa, faz o que lhe é ordenado pelo senso comum, pela mídia, pela lógica sem lógica de uma sociedade esquisitona que é regida por idéias absurdamente loucas e, que se você parar pra pensar, não fazem sentido nenhum. Quer dizer, fazem sentido sim, para impulsionar o mercado de consumo, para enriquecer ainda mais os podres de rico, para perpetuar hábitos, manias, vícios, compulsões em todos nós, gerando energia mais do que suficiente para fazer rodar o motor de um capitalismo corrompido e maluco. É como se fossemos todos uns bêbados sem-noção liderados por um psicopata assassino que esqueceu que também vai morrer pelos mesmos venenos que nos impõem. Nós, pobres crianças inocentes, acreditando na ciência, acreditando nas informações oficiais (de um psicopata assassino) vamos nos deixando levar e, por preguiça de pensar, por preguiça de resistir, sucumbimos.
Entregamos os pontos antes de tentar a resistência. Nós sabemos disso, mas fingimos que não sabemos, fingimos que não é grave, afinal todo mundo faz, né?